hoy entiendo, realmente, las poesias de quien dice que el amor es adolorido
que duele dentro del alma, provocando eterno vacio,
que pronuncia su muerte, entre quimeras,
un susurro al viento,
comprendiendo que respirar es dificil cuando el amor
el real amor,
paso!
se fue como el viento
duele profundamente cuando el alma parece un decierto
tendrian que imaginar que el sentimiento es como el cielo
infinito, grandioso, deslumbrante
mas cuando muere, caprichoso, galopante
lleno de sentimientos fugases
lleno de dudas y miedos
duele como si hubieran arrancado del cuerpo el alma sutil
es como si hubieran
por mas que paresca imbecil
arrancado el corazon del cuerpo
y no escuchaces mas ningun latir
y parecieras muert@ para el mundo
moribund@
y por eso, tan solo eso te tornas un ser hostil
suplicandole al mundo que substituya
el organo que en tu pecho parece sucumbir
eso es amor despechado
ahora entiendo cuando me hablan que cuando muere
parece que fuera, que quien tu eres muere junto al amor
que fue un dia,
un sentir
sábado, 21 de abril de 2012
terça-feira, 3 de abril de 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
sobre meu trabalho hoje
Concretamente falando de conceitos, procuro agora olhar pro que me incomoda e
transpor-lo na minha obra de forma a tratar essa mutabilidade dos conceitos,
trabalhar com aquilo que a sociedade trata como sendo a escoria social como
sendo o que é revelador, o amor, a dor, a indiferença, a diferença, o sexo, a
vagina, a homossexualidade..... e tantas outras coisas cabíveis
no que é certo ou errado dentro das tais normas perenes e mutáveis..... O que é
ser mulher vagina, o que é ser amor indiferente..... O que é ser dor
diferente..... O que é sexo revelador......????? e tantas outras possibilidades. Procuro assim as respostas no
corpo, na vida, na alma..... no mundo, nos sonhos e fantasias que circulam o
mundo no qual vivo e vivencio........ a minha arte
sou eu; eu sou a minha arte.
QUE VIDA MAIS MEDONHA.......
Pensando um pouco sobre tudo no que esta acontecendo hoje em dia, reflito e me digo que vida mais medonha seria se TODOS fossemos iguais, pensássemos do mesmo jeito, acreditássemos no mesmo deus, ninguém fumasse, ninguém bebesse, ninguém trepasse, se todos tivéssemos que ser precavidos com a comida, se tivéssemos que escutar as mesmas coisas, se todos usarmos as mesmas roupas, comecemos as mesmas comidas, bebêssemos as mesmas bebidas, se ninguém pudesse ter orgasmos.
Que vida mais medonha pois seriamos iguais ao nada, ao vazio, ao zero, que bom que existem as diferenças que DEUS nos trousse a este mundo cheio delas, e que na única coisa em que acredito termos de ser iguais seja nas diferenças, na aceitação da diferença, em acreditar que a diferença é o que nos torna tão humanos e tão interessantes, e que se para me tornar única nesta existência, são estas as minhas diferenças as que tenho que manter pois que seja, pois graças a deus, o próprio, jogou a forma fora e cada um de nos é isso. Um ser único, complexo, cheio de virtudes e possibilidades diferentes.
Parem de tentar juntar todos os ies num só lugar, parem de fazer com que todo ser humano seja Heteroafetivo, parem de tentar com que ninguém mais fume ou beba, parem de tentar com que todos sejamos exatamente iguais, malhados magros e sem alterações do humor e que mais ninguém sinta prazer, pois que vida mais medonha seria imaginar ir de casa ao trabalho e do trabalho para casa, comer a mesma comida e fazer todo dia a mesma coisa sem sequer poder ter no final do dia um orgasmo de prazer imensurável com a pessoa que eu amo. OU no caso de várias outras possibilidades por ai com quem quiser estar ao meu lado..... tudo é uma questão de cada um........
E que bom cada um de nos é um.....
Pensando um pouco sobre tudo no que esta acontecendo hoje em dia, reflito e me digo que vida mais medonha seria se TODOS fossemos iguais, pensássemos do mesmo jeito, acreditássemos no mesmo deus, ninguém fumasse, ninguém bebesse, ninguém trepasse, se todos tivéssemos que ser precavidos com a comida, se tivéssemos que escutar as mesmas coisas, se todos usarmos as mesmas roupas, comecemos as mesmas comidas, bebêssemos as mesmas bebidas, se ninguém pudesse ter orgasmos.
Que vida mais medonha pois seriamos iguais ao nada, ao vazio, ao zero, que bom que existem as diferenças que DEUS nos trousse a este mundo cheio delas, e que na única coisa em que acredito termos de ser iguais seja nas diferenças, na aceitação da diferença, em acreditar que a diferença é o que nos torna tão humanos e tão interessantes, e que se para me tornar única nesta existência, são estas as minhas diferenças as que tenho que manter pois que seja, pois graças a deus, o próprio, jogou a forma fora e cada um de nos é isso. Um ser único, complexo, cheio de virtudes e possibilidades diferentes.
Parem de tentar juntar todos os ies num só lugar, parem de fazer com que todo ser humano seja Heteroafetivo, parem de tentar com que ninguém mais fume ou beba, parem de tentar com que todos sejamos exatamente iguais, malhados magros e sem alterações do humor e que mais ninguém sinta prazer, pois que vida mais medonha seria imaginar ir de casa ao trabalho e do trabalho para casa, comer a mesma comida e fazer todo dia a mesma coisa sem sequer poder ter no final do dia um orgasmo de prazer imensurável com a pessoa que eu amo. OU no caso de várias outras possibilidades por ai com quem quiser estar ao meu lado..... tudo é uma questão de cada um........
E que bom cada um de nos é um.....
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
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